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Polí­tica

"O poder público precisa assumir o compromisso de proteger, respeitar e promover a diversidade religiosa”, destaca a porta-voz do Coletivo Somos, Thamires Lima. Foto: Fernando Royal

Foto: Fernando Royal "O poder público precisa assumir o compromisso de proteger, respeitar e promover a diversidade religiosa”, destaca a porta-voz do Coletivo Somos, Thamires Lima.

O Coletivo Somos realiza na próxima quarta-feira, 21, a partir das 9 horas, em seu gabinete, um ato político para marcar o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Durante o ato, o Coletivo apresentará um pacotaço de projetos de lei e requerimentos voltados ao combate à intolerância religiosa, à promoção do respeito e da liberdade de crença.

As proposições buscam fortalecer políticas públicas que garantam o direito à fé, à cultura e à existência plena de todos os povos e tradições religiosas. “É um dia de movimentação, de enfrentamento e de reafirmação de que nenhuma fé deve ser atacada. O poder público precisa assumir o compromisso de proteger, respeitar e promover a diversidade religiosa”, destaca a porta-voz do Coletivo Somos, Thamires Lima.

O encontro será aberto à população. A proposta é que lideranças religiosas, povos de terreiro, movimentos sociais e a comunidade em geral possam contribuir com o debate e com a construção coletiva de políticas públicas sobre o tema. “Queremos que esse momento seja também de escuta e construção. O combate à intolerância religiosa só é possível com diálogo, presença e ação concreta do poder público”, reforça a vereadora.

O covereador e secretário de Igualdade Racial e Direitos Humanos de Palmas (Seirdh), Eduardo Azevedo, destaca que a iniciativa reafirma a atenção que o poder público precisa dar às diferentes crenças. “Junto ao Coletivo, realizamos audiências na Câmara de Palmas em 2025, com os povos de terreiro e com outras comunidades tradicionais, para ouvir suas demandas, compreender suas realidades e enfrentar as violências que ainda sofrem. Esse ato é fruto desse diálogo e reafirma o nosso compromisso com a liberdade religiosa”, pontua.