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Saúde

Foto: Freepik

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Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, a temporada de infecções por influenza já começou a avançar no país. Além da gripe, vírus como o rinovírus e o vírus sincicial respiratório (VSR), responsável pela bronquiolite, têm contribuído para o aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O crescimento é mais evidente entre crianças de 2 a 14 anos, justamente uma faixa etária mais vulnerável a essas oscilações.

Sabe aquela fase em que parece que seu filho não para de espirrar? Tem explicação, e não é coincidência. Esse período marca uma transição importante no clima, fim do verão, início do outono, e algumas mudanças podem impactar diretamente a saúde respiratória das crianças.

Mas por que cuidar do organismo faz diferença nesse período?

O calor, a umidade, o ar-condicionado ligado e mais tempo dentro de ambientes fechados acabam aumentando a poeira e os ácaros. E, com a volta à escola, seu filho passa mais tempo perto de outras crianças, ou seja, mais contato com vírus e tudo aquilo que pode irritar as vias respiratórias.

E aí você já viu, né? Começam os espirros, o nariz não para (ou entope de vez), vem a coceira nos olhos e aquela tosse chatinha que demora pra ir embora. Muitas vezes, a gente até acha que é “só um resfriadinho”.

Mas tem um ponto importante aqui: não é só sobre correr atrás quando os sintomas aparecem. Cada vez mais, especialistas falam sobre a importância de prevenir o organismo da criança, justamente para ela conseguir lidar melhor com essas fases.

E isso começa no básico (que faz toda a diferença!): uma boa noite de sono, alimentação equilibrada, bastante água… mas também passa por um olhar mais completo para a saúde, entendendo o corpo como um todo.

É por isso que a medicina integrativa tem ganhado espaço entre muitas famílias. A ideia é justamente complementar os cuidados tradicionais, ajudando o organismo da criança a ficar mais preparado para enfrentar períodos como esse, de maior exposição e sensibilidade.

“Percebemos um movimento crescente dos pais em buscar formas de cuidado que ajudem o organismo das crianças, especialmente em fases mais sensíveis, como a transição de clima”, explica Beatriz Hlavnicka, Head de Marketing e Novos Negócios da Boiron no Brasil. “A ideia é ampliar o olhar sobre o bem-estar, indo além do sintoma e considerando o equilíbrio do corpo como um todo". 

Na prática, isso significa que pequenas mudanças no dia a dia podem fazer diferença:

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* manter os ambientes ventilados e limpos;

* evitar acúmulo de poeira e objetos que concentram ácaros;

* higienizar roupas de cama com frequência;

* estimular hidratação;

* observar sinais persistentes e buscar orientação profissional.

Maio pode até ser um mês mais desafiador para a saúde respiratória das crianças, mas também é uma oportunidade importante: a de ajustar a rotina e os cuidados antes que quadros simples evoluam para algo mais sério.